segunda-feira, 19 de maio de 2008

Olhar Teu Cu



Olhar teu cu:

prazer realizador,

prazer realista,

prazer que pintado

pode ser

em quadros de infindas

belezas.


Olhar teu cu:

prática incomum,

prática científica,

prática religiosa,

prática de um sacerdote

da Foda Inominável

que aquece Vampiras

e Bruxas e Feiticeiras.


Olhar teu cu:

puto dever meu,

puto obrar meu,

puto esquema meu,

puto ardor de bardo

que pelo Sangue Eterno

não desvia o olhar

do teu buraquinho maior.


Olhar teu cu:

magia serena,

magia suprema,

magia depravada,

magia dos libertinos

em Espírito Eterno

que saciam suas Eternas Sedes

com um olhar longo etéreo.


Olhar teu cu:

ambição alcançada,

ambição alada,

ambição coroante,

ambição de um Filho Teu

cujos dentes ocultados

são exibidos

para morder-lhe as nádegas.


Olhar teu cu:

poesia ampliada,

poesia irrigadora,

poesia ululante,

poesia de inesgotável

Filho Teu currador

que está de olho em teu cu

com ardor.


Olhar teu cu:

Dança De Baco,

Dança De Pan,

Dança Tua,

Lilith,

Mãe Fodida,

Mãe Fodona,

Mãe De Belo Profundo Cu!


Olhar teu cu:

pau duríssimo,

pau-rocha,

pau-criação,

pau dentro do Teu Cu,

Lilith,

pau que olha agora

para os Labirintos Do Teu Cu...


Inominável Ser

COM O PAU

NOS LABIRINTOS DO CU

DE LILITH




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