terça-feira, 22 de julho de 2008

Reflexões Entre As Nossas Fodas Variáveis


É um sinal característico

Do pleno riso

De nossos corpos

Em fodas de camadas

Que alcançam

As Alvuras Do Kosmos,

O momento correto

De uma reflexão

Entre as várias reflexões

Que podemos ter,

Qual um casal

De filósofos kantianos nus

Indagando acerca

Da Crítica Da Razão

Do Foder.


Por que o atrito

Da Tua língua,

Lilith,

No meu pau,

Me faz ser

O Alto Homem

De Alto Ser?


Por que o atrito

Da minha língua,

Lilith,

Em Tua Vulva,

Te faz me dar

A Coroa Dos Perdidos

E Encontráveis Vampiros

Do Amanhecer?


Por que o grito

Teu,

Lilith,

Quando os orgasmos

Se fazem tão diante

Dos Templos

Teus?


Por que o grito

Meu,

Lilith,

Quando meu corpo

De Vampiro Insaciável

Concede-se um tempo

Para mais Saber

Do Insaciável

Meu?


Por que as mãos

Tuas,

Lilith,

Me masturbam,

Me dedam,

Apertam-me a bunda,

Apertam-me o pau,

Apertam-me o tórax,

E me Realizam

Como Potência Além-Morte?


Por que as mãos

Minhas,

Lilith,

Quando Te masturbam,

Quando Te dedam,

Quando apertam-Te a bunda,

Quando penetram-Te a buceta,

Quando envolvem-Te as tetas,

Nos guiam

Aos Pés Dos Mestres

Do Sexo Maior?


Por que

Indagar?


Por que?


Por que

Kantianamente

Indagar?


Por que?


Por que

Assim

Ficarmos

Sem foder?


A cadeira,

Lilith,

Abra Tuas pernas,

Ponha-as em meus ombros,

Eu desço meu corpo

E a minha língua

Te mostra

A Crítica Da Razão

Do Foder E Foder E Foder

Sem Pensar

Em Pensar!


Kant nos aprova

Em nosso criticismo

No leito.


Inominável Ser

KANTIANAMENTE

INOMINAVELMENTE

FODENDO CRITICAMENTE

EM UMA CADEIRA

ANALÍTICA TRANSCENDENTAL

DA QUALIDADE DA RAZÃO

DE LILITH

EM SER

A FODEDORA PENSANTE

DA CRIAÇÃO






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