terça-feira, 12 de agosto de 2008

Sob As Manhãs Noturnas De Sóis Ardentes, Tua Vulva Me Assassina!


Visão que assassina,

Assim,

Em manhã,

Nas manhã,

Manhã Noturna,

Manhãs Noturnas,

Bem sangrentas...


Filhos Do Sol Branco

Mortos,

Os Filhos Do Sol

Negro

Fodendo Com

As Filhas Do Sol

Abismal

Acima De Seus Corpos!


E eu,

Em Manhã Tão Linda,

Em Manhã Tão Maravilhosa,

Vendo A Morte Do Alvo,

Estou em uma cadeira

De madeira manchada

Do sangue Daqueles

Que ajudei a matar

Sugando-lhes nas veias

O Líquido Solar!


E eu,

Um Estranho

Entre os malditos vermes

Cegos desgraçados

Dos seres humanos,

Um Estranho

Caminhando entre todos

Os seres humanos

Que são apenas lixo

Que o Kosmos conserva

Por piedade,

Te observo bem

Assim...


Bem assim...


Ai...


Bem assim...


Ui...


Bem assim...


Ah...


Bem assim...


Oh...


Bem assim...


Bem,

Lilith,

Assim Tu

Me assassinas!


Bem,

Lilith,

Assim Tu

Me assassinas!


Lilith,

Quereis

Assassinar-me?


Sugues todo meu sangue,

Mas ficar assim,

Diante de mim,

Com a buceta toda

Arreganhada,

Com a Vulva Vossa

Toda exibida,

É um cruel assassinato

Deste aqui

Que em Ti

Se exila

E se encontra

E se conhece!


A visão,

Assim,

É minha

Assassina...


Ai...


A visão,

Assim,

Lilith,

Sua Eterna Criminosa,

É minha

Assassina...


Ui...


A visão,

Lilith,

Que eu seja,

Então,

Assassinado...


Ah...


A visão,

Lilith,

Meu assassinato,

Pode me

Assassinar...


Oh...


Pode me

Assassinar,

Lilith...


Pode me

Assassinar,

Lilith...


Pode me

Assassinar,

Lilith...


ME

ASSASSINAR

LILITH!!!


ME

ASSASSINAR

LILITH!!!


ME

ASSASSINAR

LILITH!!!


ASSASSINA!!!


ASSASSINA!!!


ASSASSINA!!!


Assassina

Este velho eremita

Bardo depravado

Inominável!


Inominável Ser

ASSASSINADO PELA

VISÃO

DA ARREGANHADA

BUCETA

E

DA ARREGANHADA

VULVA

DE

LILITH







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