segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Bacante Serpente Sonhadora


Basco coração

me atordoa,

estou em outro

corpo,

estou em outra

época,

Baco vejo

na ibérica floresta,

Lilith entre as

Bacantes

eu vejo

deitada.


Fodo com

nove Bacantes

em meio a uma

cachoeira,

elas ficam de quatro,

elas empinam seus rabos,

eu enfio meu pau

ouvindo o forte tocar

da Flauta De Pan,

Baco me oferece

vinho,

o vinho feito do sangue

das bucetas

das Bacantes,

eu bebo o vinho,

eu me entorpeço

com o vinho,

fodo com mais

noventas

delas!


Lilith continua

deitada,

Ela dorme,

enquanto eu

aqueço meu corpo

fodendo,

O Bacanal Maior

Da Terra

ocorre,

os Sátiros aproveitam

e fodem com algumas

que eu entorpeci

sugando-lhes

o sangue

e algo mais

além do sangue,

Pan chega ao lado

de Príapo,

Baco nos dá

a alegria

de nos banhar

com uma chuva

de vinho

feito do sangue

da Lilith

que adormecida

está!


A floresta,

o campo,

todo tomado

pelo Maior Dos Bacanais,

a loucura das carnes

toma imensidões

e formas,

eu estou bêbado

e vejo Anjos

e Demônios

fodendo entre nós

todos,

acima de nós

todos,

abaixo de nós

todos,

Baco canta

enquanto é chupado

por Berena,

Pan atravessa

o cu de Serena,

Priapo rompe

com seu pau

monstruoso

o hímen de todas

as virgens Bacantes

que participam

de seu primeiro

bacanal

como bêbadas

consortes

de abertas pernas

para a penetração

anal,

para a penetração

vaginal!


Eu fodi

com outras

virgens Bacantes,

arrebentei hímens

com minha fúria

de bêbado ibérico

em uma tarde

que Baco tornou

um milhão de tardes,

meu esperma foi caindo

pela terra,

eu me aproximava

de Lilith Bacante

adormecida

na relva que se enchia

de muito sangue

e de muito esperma,

Sátiros enlouquecidos

enlouquecendo os corpos

de loucas Bacantes,

Pan enlouquecendo

damas e senhoras

com a virilidade mais

animalesca

da História,

Príapo lançando chuvas

de esperma

com o seu pau

de dimensões titânicas

nas Bacantes sedentas

a beberem cada gota,

eu cambaleando,

eu estou

cambaleando,

eu estou bêbado,

cambaleando,

até a

Bacante Lilith

adormecida...


Chego perto,

abro as pernas

Dela,

admiro-Lhe

A Vulva,

como continha esta

vinhos saborosos

que meus lábios

provam,

como continha

naquela tarde

que Baco tornou

um milhão de tardes

um vinho único

que me embebedou

eternamente,

um vinho nunca provado

por Baco,

um vinho nunca provado

por Pan,

um vinho nunca provado

por Príapo,

um vinho nunca provado

pelos Sátiros,

um vinho nunca provado

pelas Bacantes...


Lilith Bacante,

Bacante Lilith,

não acordou,

não quis acordar,

fingiu que ainda

dormia,

para que eu bebesse

Daquele Serpentino

Eterno Vinho,

Vinho que ainda

bebo,

Vinho Feito

De Um Sangue Único,

O Sangue Dela

Purificado No

Grande Deserto,

Vinho que me

embebeda ainda,

Vinho que sempre

me embebedará,

Vinho amigo

dos meus lábios

cheia de libertinas

vontades

de continuar a saboreá-Lo

eternamente

eternamente

eternamente

em uma tarde seguida

de infinitas noites

nos lábios

da Vulva Dela...


IÔ LILITU!!!


IÔ LILITU!!!


IÔ LILITU!!!


IÔ LILITU!!!


IÔ LILITU!!!


IÔ LILITU!!!


IÔ LILITU!!!


IÔ LILITU!!!


IÔ LILITU!!!


Inominável Ser

IBÉRICO SÁTIRO

BEBENDO DO VINHO

ÚNICO

DA VULVA DE

LILITH









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