segunda-feira, 30 de março de 2009

Natal Da Leonina Árvore Da Luxúria E Do Ser


A Rouquidão De Minha

Humana Garganta Vem Da Sensação Do Girar Silencioso De Meus Lábios No Evocar Do Leão Que Eu Sou E Da Serpente Que Tu És


Olhes Ali, Lilith, Cortam Uma Árvore; Olhes Ali, Lilith, Cortam Mais Uma Das Antigas Árvores; Cortada Sendo A Natural Árvore Da Razão Da Humanidade


A Razão Do Ser Natural Não Se Torna O Travar Do Corpo E Do Permitir O Domínio Da Alma; A Razão Do Ser Natural É Unificar O Veneno Da Serpente Do Corpo Ao Veneno Da Serpente D'Alma


O Leão


A Serpente


O

Leão

E

A Serpente

Nascem


A Canção De Babalon Ressoa, Lilith, A Dualidade Nascendo Na Veste De Carne, Carne Aliada Ao Vestir D'Alma De Rugidos E De Picadas


A Serpente


O Leão


A Serpente-Leão

Nasce

E

Nasce


Duas Vezes Eu Rugi Ali Diante Da Altura De Vossa Árvore, Tinha Diante De Mim A Mascarada Nua Entidade Na Qual A Minha Pica No Cu Dela Estava Em Dualidade


Duas Vezes Eu Piquei O Pescoço Da Mascarada Nua Entidade, O Sangue Dela Transbordou Aos Pés De Vossa Árvore Repleta Do Sangue De Mascaradas Nuas Entidades


O Leão Do Grande Deserto Rugiu!


O Leão Do Grande Deserto Rugiu!


Duas

Vezes

Ele

Rugiu!


Duas

Vezes

Ele

Rugiu!


Vós Me Picastes Duas Vezes Diante De Vossa Árvore; Vós Picastes Duas Vezes A Mascarada Nua Entidade Diante De Vossa Árvore


Vós Nos Tornastes Serpentinas Beldades De Leoninas Raízes Irretiráveis Do Grande Desértico Solo Arável


Retirei A Máscara Da Mascarada Nua Entidade


Que Surpresa, Uma Antiga Serpentina Amante De Todas As Idades...


Inominável Ser

RETIRANDO

A MÀSCARA

DO SERPENTINO

RUGIR

DE

LILITH









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