quarta-feira, 22 de abril de 2009

Planet Day - O Dia Da Terra - 22 de abril de 2009


Da fruta nascente


No ramo crescente


Da árvore presente


No eixo estremecente


Das Florestas Sagradas,


Ouço Vosso


Choro,


Mãe Gaia,


Vejo Vossas


Lágrimas...



Por que assim


Nós te maltratamos?



Por que assim


Nós te ferimos?



Por que de outra maneira


Não te amamos?



Por que de outra maneira


Não te abraçamos?



O vento a bater agora


Em minha pele


É a Vossa Voz,


Mãe Gaia,


Vossa


Voz...



O vento,


Mãe Gaia,


Ah! Como eu Sei!,


O vento


É


A Vossa Respiração


Um tanto


Desesperada!



Desesperada por estar


Sendo esquecida!



Desesperada por estar


Sendo maltratada!



Desesperada por estar


Sendo destruida!



Desesperada por estar


Sendo queimada!



Desesperada por estar


Sendo esmagada!



Mas,


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores


Não chores,


Mãe Gaia!



Ainda tocam


As trombetas


Da esperança


No verde!



Ainda tocam


Com esperança


O verde!



Ainda amam


Com esperança


O verde!



Ah,


Mãe Gaia,


Ah,


Grande Mãe,


Agora o vento


Mais suave está,


Vós abençoais


Estas poéticas mãos,


Neste dia


Poéticas mãos


Tocando na


Verde Mansão!



Ave


Gaia!



Ave


Gaia!



Ave


Gaia!



Ave

Gaia!



Ave

Gaia!



Ave

Gaia!


Ave

Gaia!



Ave

Gaia!



Ave

Gaia!


O Verde

É

Eterno!


O Verde

Será

Salvo!


O Verde

Sempre

Alto!


O Verde

Sempre

Sendo

O Grande Coração

Da Terra!


Guerreiros por Ti lutam,

Mãe Gaia,

Vossas florestas,

Vossos rios,

Vossos mares,

Vossas cachoeiras,

Tudo O Que Tu És

Salvaguardado É

Pela Tropa Do Verde

A Guerrear Pela Vossa

Manutenção Eterna!


Regues uma planta

Todo dia,

Amiga humana,

Amigo humano!


Acarinhes um animal

Todo dia,

Amiga humana,

Amigo humano!


Pares uma hora

Todo dia

Para pensar

Na Mãe Gaia,

Amiga humana,

Amigo humano!


A Nossa

Mãe Gaia

Nos Ama,

Nos Abraça,

Nos Rega

Com As Suas

Lágrimas!


Inominável Ser

PARA A MÃE GAIA

EM SEU DIA










quarta-feira, 15 de abril de 2009

Eu, Negra E Rubra, Doutrino Para Ensinar O Amor Às Trevas E O Amor Ao Sangue


Chamo A Negra Aurora E Eu Su A Negra Aurora.


Chamo A Rubra Aurora E Eu Sou A Rubra Aurora.


Chego Na Corrida E Recebo A Chegada.


Corro Na Corrida E Espalho A Praga.


Repetem Meu Nome Os Negros Filhos Da Negra Estrada.


Repetem Meu Nome Os Rubros Filhos Da Rubra Estrada.


Eu Sou Aquela Que Tem Trevas No Sangue.


Eu Sou Aquela Que Tem Sangue Nas Trevas.


Arrebato A Negra Fúria Dos Astros E Sou A Própria Negra Fúria Dos Astros.


Arrebato A Rubra Fúria Dos Astros E Sou A Própria Rubra Fúria Dos Astros.


Trago A Rebelião Dos Negados.


Trago A Rebelião Dos Sangrados.


Rasgo O Véu Da Disciplina Das Formas E Sou A Indisciplina Das Reformas.


Muitos Tremem Na Luz Por Eu Ser A Luz Que A Verdade Dos Corações Mais Puros Quer Sempre Negar.


Nutro O Ódio Do Homem E Da Mulher Que Querem Da Falsa Luz Anti-Natural Se Libertar.


Aguardo A Mulher E O Homem De Negro Ódio Me Evocar.


Aguardo A Mulher E O Homem De Rubro Ódio Me Evocar.


Estabeleço A Minha União Com Os Que Odeiam A Brancura Das Mentiras E Erros Da Cruz Do Maldito Cordeiro.


Estabeleço A Minha Aliança Com As Hordas Dos Abismos E As Hordas Dos Infernos Que Sabem Da Minha Segura Coloração.


Meus Gritos São O Negro Ódio Doutrinante.


Meus Gritos São O Rubro Ódio Doutrinante.


Eu, Negra, Danço!


Eu, Rubra, Danço!


Eu, Negra, Admito O Negro Ódio Como A Força De Existenciais Avanços!


Eu, Rubra, Admito O Rubro Ódio Como A Força De Existenciais Avanços!


Odeiem Ao Cordeiro, Serpentinos Filhotes De Serpente, A Serpente Que Eu Sou!


Odeiem Aos Fracos Que Almejam As Muletas De Um Deus Uno Que Eu Esmago Com Os Meus Pés!


Olhem Para Os Meus Pés Enquanto Eu Danço Na Escuridão!


Olhem Para Os Meus Pés Enquanto Eu Danço Nos Rios De Fogo Dos Infernos!


Sangue Neles!


Sangue Nos Meus Serpentinos Pés!


Não É O Meu Sangue!


É O Sangue Do Cordeiro Inimigo Seguidor E Filho Do Anti-Natural!


É O Sangue Do Deus Uno Inimigo Que É O Anti-Natural!


E O Meu Negro Sangue Cai!


E O Meu Rubro Sangue Cai!


Cai Sobre Vós, Meus Serpentinos Filhos, Que Ao Cordeiro Odeiam!


Cai Sobre Vós, Meus Serpemtinos Filhos, Que Ao Deus Uno Odeiam!


Cai Sobre Vós, Meus Serpentinos Filhos, Que Ao Anti-Natural Odeiam!


A Negra Lilith Assim Desce Sobre Vós!


A Rubra Lilith Assim Desce Sobre Vós!


Ensino A Negra Rota!


Ensino A Rubra Rota!


Escrevam Por Si Mesmos Vossas Negras Rubras Rotas!


Inominável Ser

A NEGRA

E RUBRA

LILITH








O Negro E O Rubro Das Eternas Correntes De Sangue


Pertenço À Antiga Corrente Do Sangue,

A Verdadeira Força Que Permeia

A Fonte Derradeira Das Coisas

Nos Braços Da Criação Nascida Do Ventre

Da Escuridão.

Eu Sou Inominável,

Eu Sou Draconiano,

Eu Sou Lupino,

Eu Sou Leonino,

Eu Sou Serpentino,

Inominável

Draconiano

Lupino

Leonino

Serpentino

Vosso Filho,

Lilith A Sibilar,

Lilith A Rugir,

Lilith A Uivar,

Lilith A Ser A Chama

Que Caminha Junto Com

A Respiração Da Terra

Nos Subterrâneos Da Terrestre Esfera.


Ouço Vosso Sibilar,

Mamãe Lilith.

Ouço Vosso Rugir,

Mamãe Lilith.

Ouço Vosso Uivar,

Mamãe Lilith.

Ouço O Crepitar

Da Chama Que Tu És

Queimando Os Portões

Das Sete Coroas De Pétalas Preciosas

Minhas,

Pétalas A Arderem Agora

Sentindo A Plenitude Infinita

De Vossa Energia.


Ouço Os Gemidos E Urros

Dos Meus Inimigos

Por Eu Estar Me Libertando

Da Pequenez

E Guerreando Cada Vez Mais A Despertar

Para O Que Eu Sou,

Para O Que Eu Fui,

Para O Que Eu Serei.

Eles Temem Meu Evoluir,

Eles Temem Meu Constante

Abrir De Olhos,

Lilith,

Porque Sabem Que Os Inomináveis

São Senhores Caminhantes

Pelas Suas Próprias Verdades,

Enquanto Que Eles São

Seguidores De Falsas Trevas

E De Falsas Luzes.


Ouço A Inominabilidade,

Ouço Os Inomináveis,

Ouço O Inominável Desconhecido,

E Tu Te Agitas Em Mim,

Lilith,

Na Forma Da Serpente Que Navega

Pelo Meu Corpo,

Pelo Meu Espírito,

Pela Minha Alma,

Pela Minha Mente,

Pelo Meu Ser...

Minha Coroa Em Redor Do Crânio Arde...

Minha Fronte Arde...

Meu Pescoço Arde...

Meu Coração Não Bate...

Meu Baço Apunhala-Me...

Meu Umbigo Endurece...

Minha Pélvis Desperta...

Meu Cóccix Dói...

A Serpente Navega...

A Serpente Desperta...

A Serpente Sobe...

A Serpente Desce...

Tu Sobes...

Tu Desces...

Lilith,

As Pétalas Ocultas E Proibidas

Em Mim Despertaram...

Lilith,

As Pétalas Mais Ocultas

Ainda Vão Despertar,

Os Demais Portões Pouco A Pouco

Vou Abrir E Derrubar...


Ouço A Assembléia Da Serpente,

Vejo A Assembléia Da Serpente,

Um Círculo Se Abre

E Tu Danças Qual Uma

Grande Serpente

De Grandes Ares

Ao Som Da Magia Dos Universos

Girando Em Vossas Pétalas

Conhecidas,

Desconhecidas

E Inomináveis....


Inominável Ser

ACARICIANDO AS

NEGRAS RUBRAS PÉTALAS

DAS COROAS DE

LILITH









O Negro E O Rubro Das Negras Asas Corrompedoras


Anuladas as mentiras

do vazio mundo contemporâneo,

estamos na Era Do Retorno

Do Natural,

estamos na Era Do Retorno

Do Abismo,

estamos na Era Do Retorno

Das Trevas.

Mas,

O Natural não condena

o chupador de paus

ou a chupadora de bucetas.

Mas,

O Abismo não condena

o prazer sexual com várias

ou o prazer sexual com vários.

Mas,

As Trevas não condenam

o cu sendo diariamente dado

ou a buceta sendo diariamente dada.

As negras asas de uma

Grande Prostituta,

as negras asas de uma

Grande Vadia,

as negras asas de uma

Grande Puta,

negras asas de rubras batidas,

encobrem meu inominável rosto

que expressa as minhas crenças

enterradas e desenterradas todas

na Natureza,

no Abismo,

nas Trevas.


Corromper,

Lilith!

Corrompas tudo,

Lilith!

Corrompas,

Lilith!

Estupres A Ordem,

Fodas Com A Desordem,

Enforques Jesus Na Praça

Dos Eternos Atormentados,

Estrangules Maria Na Praia

Do Diabo,

Rasgues Os Ventres Dos Santos

Nas Cadeias Dos Abrutalhados,

Cagues Na Cara Do Deus Uno

E Faças Dos Cristãos,

Dos Evangélicos,

Dos Judeus,

Dos Muçulmanos,

De Todos Os Malsditos Vermes Religiosos

E,

Também,

De Todos Os Malditos Vermes Ateus,

Esmagados Vermes Sob O Negro Rubro

Bater De Vossas Negras Asas!

Arranques O Coração Dos Bons,

Arranques As Almas Dos Maus,

Faças Um Banquete De Tais

Primitivos Anti-Naturais

Para Os Vossos Filhos,

Eu Quero Me Assentar À Vossa Esquerda

Na Mesa De Sangue

Dos Sacrificados Em Nome

Da Serpente Que Tu És

E Quero Beber O Sangue

Dos Filhos De Um Deus Que Não É!


Corromper,

Lilith...

O Corromper,

Lilith...

Tudo Corromper,

Lilith...

Há uma orgia cometida nas cercanias

dos Vales Das Trevas,

lá eu tenho milhões de bilhões de infinitas

vadias para foder enfiando meu pau

nos cus delas,

bebendo o sangue destes cus

após perfurá-los pelas Noites Embebedantes

Das Trevas...

Cada buceta Delas ora por mim

e meu pau ora por cada uma

liberando um odor chamativo das

Criaturas Ferozes Noturnas Que Estupram

Virgens Loucas Suicidas

No Vale Dos Suicidas...

Ódio,

Lilith,

muito Ódio...

Ódio

e sangue,

Lilith,

muito,

aqui em mim...

Ódio pela Humanidade,

Lilith,

que eu quero Ver

e estou Vendo

ser corrompida pelas

Forças Das Trevas

com muito prazer!

E Tu,

Mãe Lilith,

ordena a degradação das peles,

ordena a destruição das peles,

ordena a derrocada da moral,

ordena a danação que traz,

enfim,

algum aviso aos olhos e mentes

dos mortais!


O que O Corromper,

Humanidade,

ordenado pela Lilith

que Retornou e que jamais

esteve distante de nós,

quer que Vós Vejais?

O que,

Humanidade,

As Forças Das Trevas e

Lilith

querem que Tu Vejas?

Floresce uma negra rubra certeza

em mim,

a negra rubra certeza de que Vós,

Humanidade,

somente vai Ver o que Eles e Ela

querem Lhe mostrar

quando as Legiões Abismais e as

Legiões Infernais

aqui chegarem com força total

para Lhe conquistar e escravizar,

como já conquistou e escraviza

através das pequenas fissuras

existentes no ar...


Inominável Ser

PERCEBENDO NO AR

AS NEGRAS RUBRAS FISSURAS

CAUSADAS PELA

CORROMPEDORA

LILITH