terça-feira, 14 de julho de 2009

Rubras Flores Em Um Leito De Orgiástica Poesia


assim vem

uma rubra magia

e as estrelas cantam

o sabor da ponta

da minha pica


uma pica

que aponta para

sua xota

na cama que cobri

de nuas rosas


as rosas

se encontram

com tua pele macia

de um perfume

envolvente todo luxúria


luxo reclina-se

na estampa dançante

dos sabores calientes

de cada parte

da tua estatura


estranho não sou

beijando-te a cintura

e contando nos dedos

a hora do iniciar

das vossas mordidas


morda-me

nestas rubras rosas

morda-me

tirando sangue que cairá

nestas rubras rosas


morda-me

enquanto meus lábios

envolvem os biquinhos

de vossos peitos

com ternura e respeito


morda-me

bem aqui no ombro esquerdo

enquanto trato de tirar-te

a lingerie

onde busco temperos


morda-me

enquanto ajeito

minha pica dura

e miro a cabeça da pica

na entrada da tua xota


morda-me

eu te mordo agora

bem devagarzinho

no pescoço

e entro


entro

bem devagarzinho

mexendo meus quadris

mexendo nos seus quadros

te dedando no cu


um cu que se dilata

meus dedos entram

os dedos da mão esquerda

tu mordes minha orelha

eu te penetro com delicadeza


penetro

bem delicado

penetro

bem animado

penetro inteiro


e trema


trema


trema


trema


trema


trema


trema


trema


trema


trema


um calor selvagem

vem a poetizar

a beleza quente de

Tua xota fechadinha

Lilith


minha pica dura

bem dura

esquentandinha pela

vestimenta de carne

entre suas pernas


e me chame


me chame


me chame


me chame


me chame


me chame


me chame


me chame


me chame


me chame


pelos nomes mais

selvagens e baratos

que sempre Te penetrando

assim mesmo

irei chamar-te


minha


minha


minha


minha


minha


minha


minha


minha


minha


Rubra Rosa Lilith

que espanca a rosa

presente n'alma minha

de rubro poeta

de boa pica


Inominável Ser

RUBRO POETA

DE BOA PICA

PARA

LILITH








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