segunda-feira, 22 de março de 2010

Não Me Negues A Volúpia De Tua Carne Em Fogo E Sangue!




Não,

Não Me Negues,

A Volúpia Tua,

Mulher,

Quero Em Minha

Sangrenta Prece!


Não,

Não Me Negues,

A Volúpia Tua,

Homem,

Quero Em Minha

Sangrenta Prece!


Vociferem

Na Foda

Meu Nome,

Mulheres!


Vociferem

Na Foda

Meu Nome,

Homens!


Afastem

Os Maus Nomes

E Digam Ao Amor

Que Eu Sou

A Sagrada Serpente

Que Sangra

Para Santificar

Os Verdadeiros Atos

De Amor!


Afastem-Se

Da Destrutividade

Da Vergonha

E Dos Pudores,

Tudo Permitam-Se

Fazer

Na Foda,

Não Tenham Medo

Da Roda Sepultada

Nas Palavras

Condenatórios

De Livros E Crentes

Esfacelados

E Na Própria Carne

Extintos Para

A Minha Verdade!


Vosso Sangue Vibra

No Momento

Do Gozo,

Sou Eu,

Lilith,

Mulher,

Vibrando Convosco!


Vosso Sangue Vibra

No Momento

Do Gozo,

Sou Eu,

Lilith,

Homem,

Vibrando Convosco!


Volúpia

É A Minha Eternidade

Em Vossos Corpos,

Mulheres!


Volúpia

É A Minha Eternidade

Em Vossos Corpos,

Homens!


Volúpia,

Minha Carne,

Meu Sangue,

Meu Poder,

Minha Glória,

Minha Foda

Convosco,

Mulheres Filhas

Minhas,

Homens Filhos

Meus!


Para Vós,

A Minha Taça,

Amor Que Volúpias

Em Minha

Eterna Volúpia

Verto Em Vossas

Almas!


Para Vós

O Meu Sangue,

A Eterna Volúpia

Rodeando Toda Carne

Vossa

Palpitante Nos Momentos

Da Mais Pura

Foda!


Para Vós

Todo O Meu Sangue,

Bebam

Voluptuosamente,

Mulheres,

Homens,

Filhos Meus,

Frutos Da Minha

Eterna

Voluptuosidade!


Na Hora

Da Lua Negra,

Eu Estarei Convosco,

Sintam-Me Descendo

Também Na

Lua Cheia,

Sintam-Me Serpenteando

Também Na

Lua Nova,

Sintam-Me Serena

Também Na

Lua Minguante,

Sintam-Se Soberana

Também Na

Lua Crescente!


Sintam-Me

E Bebam O Meu

Sangue,

Que É Toda

A Minha Alma

Oferecida Ás

Vossas Almas,

Minhas

Mulheres,

Meus

Homens,

Nas Horas

Da Liberdade

Oferecida

Pelo Ritual

Da Foda!


SINTAM!!!


BEBAM!!!


FODAM!!!


VOLÚPIA!!!


VOLÚPIA!!!


VOLÚPIA!!!


VOLÚPIA

ETERNAMENTE

EM VOSSAS

ALMAS!!!


Inominável Ser

A

VOLUPTUOSAMENTE

ETERNA

LILITH









A Taça Do Sangue Sagrado Vertido Na Primeira Foda Da Criação


As Gerações

Dos Mundos

Ainda Não Existiam

E A Razão Ordenava

A Existência

Do Amor Ao Espírito

Que Se Movia

Pelas Profundas Águas.


Uma Deusa

E Um Deus

Se Amaram,

Então,

Havia Janelas Abertas

E Olhos Vigiavam

As Frutas Nascidas

Da Primeira União.


Lilith,

A Deusa,

A Primeira Mulher,

E Adam,

O Deus,

O Primeiro Homem,

Como,

Então,

Nomeados Foram

Pelos Homens

E Mulheres

Da Contemporânea

Terrestre Nação.


Lilith,

Soberba

E Altiva,

Deixou-Se Encobrir

Por Adam,

Uma Vez,

A Primeira Vez,

A Primeira Foda

Do Primeiro Homem

Com

A Primeira Mulher.


Lilith,

Ainda Virgem,

Sangrou,

O Sangue Dela

Correu Pelo Kosmos,

Perdeu-Se Pelas

Brumas Dos Tempos

E As Glórias

De Todas As

Negras Luas

Foram,

Deste Modo,

Inseridas Na

História Universal.


Lilith,

Oculta Aos Olhos

Dos Que

Acima Se Encontravam

Dela

E De Adam,

Não Oculta

Aos Olhos Da

Unidade,

Em Uma Taça Guardou

Um Pouco

Do Primeiro Sangue

Que Na Criação

Verteu

Ao Foder

Pela Primeira Vez.


Lilith,

Como Narram

As Histórias

Dos Mundos

Da Criação Atual,

Retirou-Se Do

Alto,

Fora Ficou

Do Uno Ato,

Mas,

Não Foi Esquecida

Por Adam,

Por Aqueles Que

Estavam

Acima Dela

E Pela Própria

Unidade,

A Consciência

Da Universalidade.


Lilith,

No Grande Deserto,

Tornou-Se Mãe

Do Rubro Horizonte,

Do Abismo

Aos Infernos

E Outros Reinos

E Impérios

Da Escuridão

Em Matrimônio

Com A Luminosidade,

Fazendo-Se Amante

De Todos Os Demais

Caídos

Da Perfeita

Unidade.


Lilith

Ainda Guarda

Aquela Taça,

A Taça Da

Voluptuosidade,

Cujo Sangue

Não Termina

E Vai Sendo Vertido

Nas Almas

De Seus Filhos

Pela Eternidade.


Lilith

Derrama Em Minha

Inominável Alma

O Primeiro Sangue

Que Ela Verteu

Ao Foder Pela

Primeira Vez

Diante Dos Olhos

Da Eternidade.


O Sangue Da Taça

Da

Voluptuosidade,

A Eterna Volúpia.


O Sangue

Da Primeira Deusa

Na Taça Da

Voluptuosidade,

A Eterna Volúpia.


O Sangue

Da Primeira Mulher

E Mãe De Todas

As Mulheres E Homens

Que Pela Eternidade

Foderão E Foderão,

A Eterna Volúpia.


Lilith,

Servindo Em Meus

Lábios,

Servindo Nos Lábios

De Todos

Os Seus Filhos,

O Sangue Da Eterna

Volúpia

Seduzindo A

Eternidade.


Inominável Ser

BEBENDO

DA ETERNA VOLÚPIA

DO PRIMEIRO SANGUE

VERTIDO NA CRIAÇÃO

POR LILITH









Entre As Sedes Da Perfeita Harmonia Fodedora


Construções

de sedes...


Sedes para

Te chupar...


Sedes para

chupar

Tua buceta

ao negro luar...


Sedes para

chupar

Teu cu

ao interno luar...


Sedes para

explorar

toda a interioridade

de Tua buceta

com a língua

minha molhada

de saliva...


Sedes para

explorar

toda a interioridade

de Teu cu

com a língua

minha molhada

mais ainda

de saliva...


Construo

sedes,

Lilith...


Construimos

sedes,

Lilith...


A loucura da cama

nossa

permite a clareza

da construtiva

melhor forma

de fodermos

como pedreiros

construtores

de moradas

tórridas...


Tijolos,

nossos suores...


Cimento,

nossos beijos...


Colunas,

meu pau enfiado

na buceta Tua...


Telhado,

meu pau enfiado

no cu Teu...


A morada pronta,

a porra que explode

na Tua cara

de construtora puta

ordinária!


Pedreira

safada!


Pedreira

vadia!


Pedreira

arrombada!


Cidade,

A Volúpia.


País,

A Volúpia.


Civilização,

A Volúpia.


Na escuridão

permitida

pelas sombras

de nossos corpos

no quarto enegrecido

cheio de odores

vivíssimos,

Lilith,

mundos formamos

da matéria que

nasce

de nossos gozos

esparramando-se

pelo chão

todo de areia

do

Grande Deserto...


Inominável Ser

PEDREIRO

DAS MORADAS

DE LILITH