segunda-feira, 22 de março de 2010

Não Há Alegria Fora Do Meio Do Teu Cu Suado


O beijo grego,

minha língua

quentinha...


O beijo grego,

minha língua

cheia de saliva...


O beijo grego,

minha língua

rapidinha...


O beijo grego,

minha língua

feliz...


Há uma felicidade

em mim,

há uma felicidade...


Sim,

eu afirmo que há

um tipo de felicidade

em mim...


Uma felicidade

do tipo marcador

de minha face

como uma dos maiores

devassos da Terra...


Uma felicidade

do tipo ditador

do império de minha

humana tão humana

carne

por Ti desgovernada...


Uma felicidade,

aquela mui grande

felicidade,

que vem,

Lilith,

do prazer de lamber

o olho do Teu cu...


O beijo grego,

À Volúpia.


O beijo grego,

Na Volúpia.


O beijo grego,

Em Volúpia.


Me peça para

continuar a

beijar-Te,

não vou parar,

não vou me cansar,

enquanto beijo

o olho ardente

do Teu cu,

vou sentindo

o cheirinho básico

do que sai dele...


Pode cagar na minha

língua,

eu comerei as suas fezes

com muito ardor

e feliz da pica...


Inominável Ser

NO BEIJO GREGO

MAIS FELIZ

DE TODOS

NO MEIO DO CU

DE LILITH









2 comentários:

Alexandre Ulisses disse...

Muito lindo o poema. Viva a sagrada Mãe Lilith. Que nos abençoe em abundância!
Abraço irmão

Inominável Ser disse...

A abundância é toda tua, Alexandre Ulisses!

Agradecido fico pelo comentário.