quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Da Assassina Loucura Febril



Febre a cada pontuação
nas provas de fricção
das mãos dentro do cu
e da buceta...

Febre a cada sensação
quando o dedo dentro
do infindo universo do cu
chega até o talo…

Febre a cada estremecer
quando o dedo bem dentro
da imensidão da buceta recebe
a companhia de outros dedos…

Febre que fortalece,
assassina loucura febril
da insana homenagem
à carne que explode.

Febre que ensina,
assassina loucura febril
da plena honra
à carne que transcende-se.

Febre que acolhe,
assassina loucura febril
da verdadeira mensagem
à carne que expande-se.

Sentir a febre:
ato válido na
vibração dos quadris
em combustão.

Saborear a febre:
marco sábio da
reação dos membros
unidos em choque.

Somar-se à febre:
racional decisão
dos que alimentam-se
de putaria e sacanagem.

Febre
que nunca
passa,
nunca passa…

Febre
que sempre
ama,
sempre ama…

Febre
que sempre
fica,
sempre fica…

Febre
que nunca
cai,
nunca cai…

Febre para o engrandecer
de cada parcela do alvorecer
em cada horizonte do Ser
no mundo da Luxúria Inominável.

Inominável Ser
ASSASSINO
LOUCO
FEBRIL
DA CARNE




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